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No conforto do lar

  • May 30, 2017
  • 1 min read

Minha casa sempre foi meu santuário, o lugar onde recarrego minhas energias e me preparo para os novos dias. O conforto no meu espaço terapêutico sempre foi prioridade, vivo buscando maneiras de organizar meu ao redor para facilitar a busca por algo e aproveito para manter somente o essencial. Porém percebi ao longo dos anos que eu mudava tudo ao meu redor, mas não mudava o que estava dentro de mim.

Detentora de diversas manias, buscava padrões ~confortáveis~ para solucionar problemas; mas todos nós sabemos que nem sempre -mesmo copiando a receita tim-tim por tim-tim- o resultado será igual. Foi então que resolvi fazer tudo o que dizia não querer, talvez por quê outras pessoas já o faziam tão bem e eu não queria competir com quem tivesse experiência, ou por quê simplesmente não queria fazer um trabalho parecido, porém com menos qualidade.

Subjetividade foi a palavra que me permitiu quebrar padrões, sair da bolha e aceitar os resultados como meus, como a minha forma expressiva e melhor alinhá-la aos meus propósitos artísticos.

Influências vêem de todos os cantos, o que diferencia é como transformamos a mensagem que captamos e a passamos à diante. É a reprodução, é o design.

Retratei diversos momentos do cotidiano onde à primeira vista parece não haver beleza alguma, mas ao desprendermos de distrações e focando no ambiente presente vemos a importância dos detalhes para a formação do todo.

 
 
 

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